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Abdominoplastia / Lipoabdominoplastia 

Abdominoplastia / Lipoabdominoplastia

Gravidez, oscilações de peso, fatores genéticos, estilo de vida, postura...

Muitos são os fatores responsáveis por comprometer a beleza do abdome. A abdominoplastia consiste em um procedimento cirúrgico que tem por objetivo retirar o excesso de pele da região abdominal, com melhora da flacidez local. Nos casos em que há gordura localizada nesta região, é possível a associar a lipoaspiração, respeitando-se as normas de segurança, para que possamos atingir um contorno corporal mais harmonioso.

Durante o período gestacional é esperado o afastamento dos músculos reto abdominais e, em alguns casos, esta diástase muscular pode permanecer após a gravidez. Através da abdominoplastia também podemos corrigir esta alteração, por meio da plicatura muscular.

1. Qual o tipo de anestesia?
A cirurgia pode ser feita com anestesia peridural, raquianestesia ou anestesia geral.

2. Qual o período de internação?
Em média 24 horas.

3. Qual a diferença entre a abdominoplastia e a lipoabdominoplastia?
→ Na abdominoplastia realizamos somente a retirada do excesso de pele e a plicatura muscular. É indicada para pacientes que apresentam flacidez, excedente cutâneo, diástase dos músculos reto abdominais porém não apresentam acúmulo de gordura local.

→ Na lipoabdominoplastia, além dos procedimentos realizados na abdominoplastia convencional, associamos também a lipoaspiração. São pacientes que apresentam graus variados de lipodistrofia, com gordura localizada no tronco que compromete o contorno abdominal.

4. Onde são posicionadas as cicatrizes?
Na abdominoplastia convencional e na lipoabdominoplastia, a cicatriz é localizada na região mais baixa do abdome, de forma que possa ser “escondida” pelas roupas íntimas, sungas (no caso dos homens) e calcinhas de biquíni (no caso das mulheres). Sua extensão varia conforme a quantidade de pele a ser retirada. Quanto maior a flacidez e o excesso de pele, maior sua extensão. Há também uma cicatriz que contorna o umbigo.

Pacientes que perderam muito peso, principalmente após cirurgia bariátrica, tendem a apresentar maior grau de flacidez e excesso de pele abdominal, tanto no sentido vertical quanto no horizontal. Sendo assim, em alguns casos, há necessidade de se associar uma cicatriz mediana vertical à cicatriz convencional horizontal para que tenhamos um melhor resultado (abdominoplastia em âncora). Em casos muito selecionados, quando a flacidez e o excesso de pele predomina na porção superior do abdome, optamos pela abdominoplastia reversa, onde a cicatriz é posicionada ao nível do sulco inframamário bilateralmente e ao redor do umbigo.

Pacientes que apresentam pouca flacidez e excedente de pele discreto, localizado na porção inferior do abdome, podemos realizar a miniabdominoplastia. Nesta técnica a cicatriz horizontal é reduzida e não há cicatriz na região umbilical.

5. Será feito um novo umbigo?
Na maioria dos casos o umbigo será o da própria paciente, embora transposto e remodelado. Em raríssimas exceções um novo umbigo é realizado.

6. Quando são retirados os pontos?
A maioria dos pontos é realizada com fios absorvíveis, sem necessidade de retirada. Se houverem pontos externos, estes são retirados em 7 a 10 dias, no consultório.

7. Quanto vou emagrecer com a abdominoplastia?
Apesar de haver uma pequena perda ponderal pela retirada de pele e gordura, o emagrecimento não é o objetivo do procedimento, mas sim a melhora do contorno e da estética abdominal.

8. A abdominoplastia elimina as estrias?
Não necessariamente. As estrias eliminadas serão somente as que estiverem localizadas na pele a ser retirada, geralmente na região inferior do abdome. As remanescentes deverão ser tratadas por métodos específicos.

9. Poderei ter filhos futuramente?
Não há impedimento formal para futuras gravidezes, entretanto, o resultado estético da abdominoplastia pode ser comprometido e há maior propensão ao surgimento de estrias. O ideal é que o procedimento seja realizado quando a prole já estiver constituída e não houver mais planos para futuras gestações.

10. Há necessidade de usar cinta e de drenagem linfática?
Sim. A cinta ou malha elástica proporciona maior firmeza e imobilização na área operada, favorece o remodelamento corporal e a redução do edema (inchaço). Deve ser utilizada de forma contínua por 2 meses. A drenagem linfática também é de extrema importância. Deve ser realizada por fisioterapeuta capacitada e com manobras específicas para pós-operatório.


Cirurgia para retirada da gordura abdominal

• ORIENTAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS ABDOMINOPLASTIA:

- Evite dietas radicais nas semanas que antecedem a cirurgia. Opte por uma alimentação equilibrada.
- Acrescente frutas ricas em vitamina C no cardápio (laranja, tangerina, acerola, etc).
- Tome bastante líquido, principalmente nos dias anteriores à cirurgia.
- Não ingerir bebidas alcóolicas nem realizar refeições pesadas na véspera do procedimento.
- Não fumar pelo menos 2 meses antes e 1 mês após a cirurgia.
- Não ingerir ginkgo biloba, arnica, AAS, antiinflamatórios, medicamentos para emagrecer ou termogênicos nas semanas anteriores ao procedimento. Informar a equipe médica sobre TODOS os MEDICAMENTOS em uso para que sejam feitas as orientações e ajustes pertinentes.
- Respeitar o jejum orientado pelo anestesista (jejum absoluto de 8 horas).
- Pode tomar banho no dia do procedimento, preferencialmente com o sabonete antisséptico prescrito, mas não use hidratantes neste dia.
- Comparecer ao hospital com acompanhante obedecendo o horário indicado pela cirurgiã, portando documentos pessoais, cinta/malha elástica pós-cirúrgica recomendada, meia elástica anti-trombo, objetos de uso pessoal e todos os exames realizados no pré-operatório. IR PARA O CENTRO CIRÚRGICO VESTIDA COM A MEIA E LEVAR A CINTA.
- Comunicar até 2 dias antes da cirurgia ocorrências como gripe, indisposição, febre, etc.

• ORIENTAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS PARA ABDOMINOPLASTIA:

- Usar meia elástica anti-trombo por 2 semanas, retirando-as somente para dormir.
- Nas três primeiras semanas não use sapatos de salto alto.
- Levantar-se após cada duas horas de repouso e dar uma volta pela casa, aproveitando para realizar suas atividades básicas, tais como: ir ao banheiro, alimentar-se, tomar banho. Evitar escadas.
- Nas primeiras duas semanas após a cirurgia, repouse com dois travesseiros embaixo dos joelhos para não forçar a cicatriz.
- Nos três primeiros dias faça 10 inspirações profundas, a cada duas horas, durante o dia.
- Andar em ligeira flexão de tronco (corpo levemente curvado), mantendo passos curtos, nas primeiras duas semanas. Esta posição para andar, juntamente com a posição fletida ao deitar, pode desencadear ou piorar quadro de lombalgia (dor nas costas). Fazer uso da medicação prescrita caso sinta dor.
- Obedecer rigorosamente à prescrição médica.
- Voltar ao consultório para a troca de curativos nos dias e horários marcados.
- Ingerir líquidos no pós-operatório (água, água de côco, sucos, chás) até que a urina se mantenha clara.
- Manter dieta equilibrada, rica em proteínas, carboidratos integrais, verduras, legumes, frutas, folhas, fibras.
- Manter ingesta de alimentos ricos em vitamina C.
- Evitar bebidas gasosas e alimentos que possam causar distensão abdominal (repolho, feijão, leite – se intolerância à lactose).
- Use continuamente sua cinta elástica por 2 meses após a cirurgia, retirando-a somente para dormir.
- Levantar da cama com auxílio, principalmente nas primeiras 2 semanas.
- Evitar esforços físicos por período MÍNIMO de 30 dias.
- Seguir rigorosamente as orientações relacionadas ao curativo fornecidas durante a alta.
- Cuidados com o dreno (se houver e se ele permanecer após a alta): não tracioná-lo. Esvaziar o coletor uma vez ao dia (conforme demostrado antes da alta hospitalar), no mesmo horário. Anotar em uma folha o dia, horário e volume retirado. Levar esta anotação no dia da consulta. Diante de alguma dúvida ou intercorrência relacionada ao dreno, entrar em contato com a cirurgiã e sua equipe. Não permitimos manipulação do dreno por outro profissional.
- A exposição solar é restrita por um período mínimo de 2 meses após a cirurgia. Enquanto as cicatrizes estiverem rosadas, a exposição solar poderá causar seu escurecimento definitivo. Se for inevitável, utilizar filtro solar com FPS acima de 40 (lembrando de reaplicar sempre que necessário) e roupas de banho escuras.
- Evite dirigir automóvel nas primeiras 3 semanas.
- Drenagem linfática: iniciar na semana seguinte à cirurgia, com fisioterapeuta capacitada e com manobras específicas para pós-operatório.
- Consultar este informativo tantas vezes quantas se fizerem necessárias para esclarecer e eliminar perfeitamente suas dúvidas. Restando algum questionamento ou diante de alguma intercorrência, entrar em contato com a Dra. Evelyne.

 
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